3 de outubro de 2011

Livre-se Dos Espinhos!

"Quem é Deus semelhante a ti, que perdoa a iniq&utrema;idade, ... e
tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar"
(Miquéias 7:18, 19).


Muitos de nós, cristãos, somos como a pequena menina que
começou a brigar com uma amiga. Sua mãe, que ouviu quando
discutiam, chamou a filha e lhe disse que estava errada e
que necessitava pedir perdão a Deus. Então, a menina se
ajoelhou para orar e, humildemente, pediu: "Ó Deus, por
favor me perdoe por ficar brava e discutir com Raquel". Mas,
sua atitude permanecia errada, e, continuando a orar falou:
"E faça Raquel vir a mim e pedir meu perdão. Ó Senhor, não
lhe dê descanso até que não aguente mais e venha me pedir
que a perdoe!"


Como essa atitude tem sido real em nossas vidas! Estamos
sempre certos! Os outros estão sempre errados! Eu tenho o
direito de... Não me darei por satisfeito até que... Eu me
vingarei... E assim por diante. A razão é sempre nossa,
mesmo que saibamos que isso não é verdade.


Às vezes também dizemos: "Eu perdoo... mas, não esqueço! E
que tipo de perdão é esse? Um perdão que guarda mágoas não é
perdão. Um perdão que esconde ressentimentos nas gavetas do
coração não é perdão. Um perdão que a todo tempo é lembrado
não é perdão. Um perdão que só existe da boca para fora
nunca foi e nunca será perdão.


O perdão verdadeiro é como o do nosso Senhor. Ele perdoa e
esconde o que foi perdoado nas profundezas do mar. Ele
jamais se lembrará dos nossos erros confessados e
arrependidos. Serão como se nunca houvessem existido.


Quando conservamos atitudes pretensamente perdoadas, não
experimentamos a cura das feridas, não desfrutamos da
alegria de livrarmo-nos delas, não nos regozijamos com a
vida abundante que Cristo veio nos trazer. As pessoas a quem
perdoamos se sentem livres e felizes e nós nos mantemos
aprisionados a uma angústia interminável.


Se você quer voltar a sorrir e cantar... livre-se
imediatamente de todos os espinhos que ainda estão ferindo
sua alma. Perdoe... e esqueça!

DEUS te abencoe meu irmao(a)
Yola Tatiana Veiga Bastos




2 de outubro de 2011

Fazer Tudo Ou Nada Fazer?


"Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos
disser" (João 2:5).


Em uma reunião administrativa da igreja, uma senhora não
conseguia entender o motivo pelo qual todas as pessoas
estavam criticando um certo comitê. Ela levantou-se e falou:
"eu não sei por que nós somos tão críticos! Afinal, o comitê
não fez coisa alguma!"


Muitos de nós somos como aquele comitê. Somos escolhidos e
separados para fazer alguma coisa e nada fazemos. A igreja
conta conosco, a sociedade conta conosco, o Senhor conta
conosco e nós... continuamos indiferentes às coisas de Deus.
O Senhor nos chamou, perdoou nossos pecados, elegeu-nos para
uma tarefa gloriosa, preparou-nos devidamente para que o
trabalho alcançasse êxito, e, continuamos inertes e
desinteressados.


O Senhor deseja nos abençoar e nós recusamos a bênção
celestial. O Senhor quer nos fazer vencedores e continuamos
abatidos e derrotados. O Senhor almeja nos fazer voar nas
asas da alegria e nossos corações continuam se arrastando em
tristezza e angústia.


Queremos ser amados por todos, mas, não estamos dispostos a
oferecer amor. Queremos receber as dádivas divinas, mas, não
tomamos a iniciativa de estender os braços e abrir as mãos.
Ansiamos por ver nossos desejos realizados, mas, não estamos
prontos para fechar os olhos, dirigir nossos pensamentos
para o alto e confiar no Deus que realiza nossos sonhos.


Maria, mãe do Senhor, falou, com sabedoria, em uma certa
festa: "Fazei tudo quanto Ele vos disser". Este é o segredo
da vida abundante e da felicidade -- obedecer a vontade do
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Quando fazemos o que
Ele nos determina, alegramos o Seu coração e também o nosso.
E se alguém nos critica por fazer a obra de Deus, aleluia!
Melhor é receber críticas por fazer a vontade de Deus do que
nada fazer para não receber críticas.
DEUS te abencoe meu irmao(a)
Yola Tatiana Veiga Bastos